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Guzerá
foi a raça de maior contingente no país
até o início da década de 1920,
quando surgiu a raça Indubrasil, produto da infusão
de sangue Gir sobre o mestiço Guzonel (Guzerá
x Nelore).
Na região
nordestina, a raça Guzerá foi a única
que sobreviveu, produtivamente, durante os cinco anos
consecutivos de seca (1978-1983), provando sua alta
rusticidade.
Atualmente, o Brasil
é o principal centro criador da raça no
mundo, e uma expressiva quantidade de material genético
da raça vem sendo exportada para a Venezuela,
Colômbia, Paraguai, México, Costa Rica
e outros países.
O Guzerá Ramenzoni
é mais um testemunho que comprova o desempenho
impecável da pecuária brasileira, hoje
alinhada com as melhores do planeta.
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